• Entre em contato conosco:
  • (48) 3513-3721
  • seeb.laguna@terra.com.br
    • Início
    • Institucional
    • Serviços
    • Convênios
    • Notícias
      • Eventos
      • Informativos
      • Bancos
        • Caixa Econômica Federal
        • Banco Bradesco
        • Banco do Brasil
        • Banco Itaú
        • Banco Santander
        • Outros Bancos
    • Acordos Coletivos
      • FENABAN
        • Convenção Coletiva Trabalho
        • Convenção Coletiva PLR
        • Pauta de Reivindicações
        • Aditivos
      • Banco do Brasil
        • Acordo Coletivo Trabalho
        • Acordo Coletivo PLR
        • Pauta de Reivindicações
        • Comissão de Conciliação Prévia
        • Aditivos
      • Caixa Econômica
        • Acordo Coletivo Trabalho
        • Acordo Coletivo PLR
        • Pauta de Reivindicações
        • Comissão de Conciliação Prévia
        • Aditivos
    • Filie-se
    • Contato
    Denuncie
    BANCOS FAZEM PRÉ-CADASTRO PARA O OPEN BANKING. ENTENDA O QUE É.
    25 de junho de 2021
    BANCÁRIOS APOSENTADOS DA CEF TÊM DIREITO A AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO APÓS DESLIGAMENTO.
    25 de junho de 2021

    INFLAÇÃO PARA OS MAIS POBRES CHEGA A 8,57% DESDE O INÍCIO DA PANDEMIA.

    25 de junho de 2021

    Enquanto o IPCA, a inflação oficial do País, ficou em 7,39%, famílias com renda de até cinco salários mínimos sentiram mais a alta nos preços no período, principalmente por causa do aumento nos alimentos (Por Fabrício de Castro e Lorenna Rodrigues)

    Estigma ainda recente da economia nacional, a inflação voltou a pressionar o orçamento das famílias no Brasil, em especial as de menor poder aquisitivo. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a alta de preços atinge de maneira diferente ricos e pobres.

    Desde que a pandemia do novo coronavírus começou, em março do ano passado, a inflação oficial acumulada medida pelo IPCA foi de 7,39%. Para as famílias com renda de até cinco salários mínimos, porém, o índice medido pelo INPC foi maior, de 8,57%.

    No início da pandemia, os índices chegaram a registrar deflação nos meses de abril e maio de 2020, em meio à retração da atividade econômica e à onda de bloqueios em todo o País. Mas nos meses seguintes os indicadores voltaram a subir, puxados por questões específicas.

    O primeiro grande choque foi a alta do preço dos alimentos. Base da alimentação do brasileiro, o arroz disparou 76% no ano passado e o feijão preto subiu 45%. A alimentação em domicílio ficou 18% mais cara.

    O que os economistas veem nos números, a população em geral sente no bolso. Morador de Santa Maria, região administrativa do Distrito Federal, o pintor Valdo Rocha, de 47 anos, diz que deixou de comprar carne no último ano por causa do preço do produto. “Não sei nem te falar a frequência com que como carne. Compro de vez em quando só para não esquecer o gosto”, disse.  

    Rocha, que tem renda mensal de cerca de R$ 2 mil, reclama também do preço do gás de cozinha e diz que vem deixando de comprar outros itens por conta da alta de preços. “Hoje em dia está tudo um absurdo.”

    Embora a inflação atinja todas as famílias, o impacto maior recai sobre as classes mais baixas. Isso ocorre justamente porque produtos básicos – como alimentos, gás e serviços de energia elétrica – têm um peso maior na cesta de consumo destas famílias. Em outras palavras, os pobres gastam uma parcela maior da renda com comida, na comparação com os ricos. Quando o preço do arroz sobe muito, são os pobres os mais prejudicados.

    “A inflação não é igual para todo mundo e incide mais desastrosamente sobre os mais pobres. As classes mais baixas estão tendo uma queda real no consumo enquanto as classes mais altas, que acumularam poupança durante a pandemia, se preparam para um aumento no consumo de serviços, que tem uma demanda represada”, explica o diretor executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, Felipe Salto.

    É por esse motivo que, no Brasil, economistas costumam repetir que a inflação é o principal encargo sobre a população mais pobre. Era assim no período de hiperinflação, entre o fim da década de 1980 e o início da década de 1990, e continua sendo assim agora.

    “É um ‘imposto inflacionário’”, resume o economista Fernando Ribeiro Leite Neto, professor do Insper em São Paulo. “Com o mercado de trabalho fragilizado, o espaço para recomposição salarial é muito reduzido. Boa parcela da população está tendo perda de renda real (descontada a inflação).”

    Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostram que, em meio à crise provocada pela pandemia de covid-19, apenas 38,5% dos reajustes salariais em 2020 resultaram em ganhos reais – ou seja, em aumentos acima da inflação. Outros 34% dos reajustes foram equivalentes à inflação e 27% ficaram abaixo do índice de preços.

    Para o economista Mailson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda no governo Sarney e sócio da Tendências Consultoria Integrada, as classes mais baixas estão sofrendo um “duplo efeito” na renda. “Primeiro pela pandemia, que afetou de forma mais séria o mercado informal, onde estão os mais pobres”, explicou. “Segundo porque isso é agravado pela inflação mais elevada.”

    Mailson lembra que a inflação é sempre uma espécie de “imposto inflacionário”. “Claro que isso é tolerável em níveis baixos, de 2% a 3%. Mas sempre que o índice sai disso, o imposto inflacionário se acentua, como está acontecendo agora”, diz.

    “Quando a inflação aumenta, os preços ficam mais altos e o governo arrecada mais sem aumentar a alíquota de imposto. A inflação produz um aumento de receita sem o governo fazer esforço nenhum”, completa Salto.

    O efeito é ainda maior sobre os mais pobres, que consomem bens e serviços que são mais tributados do que a renda. Assim, as camadas mais vulneráveis bancam a maior parte do “imposto inflacionário”.

    O diretor da IFI ressalta que o aumento da inflação tem um efeito de “melhora artificial” das contas públicas, mas que não se sustenta no longo prazo. A inflação faz com que suba o valor nominal do Produto Interno Bruto (PIB). Isso ocorre porque o preço dos bens produzidos na economia está mais alto, e não porque há aumento da atividade econômica propriamente dita. Crescendo o PIB, a relação entre dívida e PIB também fica menor em um primeiro momento.

    “O problema é que não é sustentável. Não tem nada de estrutural acontecendo. O PIB potencial não aumentou, a produtividade está caindo, não aprovamos reformas para valer desde a da Previdência”, diz Salto. “A partir de 2022, voltamos aos problemas conhecidos. Temos risco de aumento de juros, de políticas externas afetarem a dinâmica da economia brasileira e o não avanço nas agendas que importam.” (Fonte: Estadão).

    Compartilhar:

    ARTIGOS RELACIONADOS

    17 de abril de 2026

    Em 2025, 70% das agressões contra mulheres ocorreram dentro de casa.


    Leia mais
    17 de abril de 2026

    Mente acelerada: por que o cérebro não desliga e como reduzir o overthinking.


    Leia mais
    17 de abril de 2026

    Imposto de Renda 2026: quase 880 mil declarações já caíram na malha fina.


    Leia mais
    16 de abril de 2026

    Bradesco e Itaú se unem por carteira de crédito do BRB


    Leia mais
    200

    SOBRE NÓS

    O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DE LAGUNA, é uma entidade sindical de primeiro grau, autônoma, sem fins lucrativos ou econômicos, com foro jurídico na cidade de Laguna, Estado de Santa Catarina e sede na Avenida Calistrato Muller Salles, nº. 125, no Bairro Progresso, nesta cidade, inscrito no CNPJ/MF sob o n°. 83.264.481/0001-70, reconhecido pelo Ministério do Trabalho em 28 de Agosto de 1960.

    CONTATO

    (48) 3513-3721

    seeb.laguna@terra.com.br

    Av. Calistrato Muller Salles, 125 - 88790-000
    Bairro Progresso - Laguna, SC

    Sub Sede

    (48) 3356-0276

    Rua Irineu Bornhausen, 334 - 88780-000
    Centro - Imbituba, SC

    BANCOS SEDIADOS NA BASE

    • Banco Bradesco
    • Banco do Brasil
    • Banco Itaú Unibanco
    • Banco Santander
    • Caixa Econômica Federal
    • Destaque
    • Eventos
    • Informativos
    • Outros Bancos
    © 2025 SEEB Laguna. Todos os Direitos Reservados.
    Desenvolvido por Mitweb Agência Digital
      Usamos cookies em nosso site para fornecer a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar”, concorda com a utilização de TODOS os cookies.
      Configurações de cookiesAceitar
      Gerenciar consentimento

      Visão Geral de Privacidade

      Este site usa cookies para melhorar sua experiência enquanto você navega pelo site. Destes cookies, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies diretamente no seu navegador de internet. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
      Necessário
      Os cookies necessários são absolutamente essenciais para o funcionamento adequado do site. Esta categoria inclui apenas cookies que garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.
      SALVAR E ACEITAR