

No período pós-pandemia, o debate sobre o futuro do trabalho se concentrou quase sempre no local onde ele aconteceria.
A dúvida geral era se as empresas deveriam retomar a rotina presencial ou seguir com o home office imposto pelas quarentenas. De uns tempos para cá, porém, uma possibilidade mais ousada entrou no debate: o microshifting.
Diferente do modelo remoto ou híbrido, que gira principalmente em torno do lugar onde o trabalho acontece, o microshifting foca no momento em que ele é realizado.
Não se trata mais de permanecer oito horas seguidas diante do computador. A proposta é alternar tarefas profissionais com outras atividades do dia para construir um maior equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.
Fonte: NSC Total
