

Desde a criação do sistema, R$ 13,75 bilhões já foram devolvidos aos beneficiários, somando um total de R$ 24,25 bilhões em recursos identificados entre valores a receber e valores já resgatados.
A maior parte do dinheiro ainda disponível pertence a pessoas físicas, que concentram R$ 8,1 bilhões distribuídos entre cerca de 49,5 milhões de beneficiários. Já as empresas têm aproximadamente R$ 2,38 bilhões a receber, envolvendo mais de 5 milhões de CNPJs.
Os dados também mostram que a maior parte dos valores esquecidos está concentrada em instituições bancárias, responsáveis por cerca de R$ 6,24 bilhões do total ainda disponível. Em seguida aparecem administradoras de consórcio, cooperativas financeiras e instituições de pagamento.
Apesar do volume elevado de recursos disponíveis, a maior parte dos beneficiários tem pequenas quantias a receber. Cerca de 64,6% dos valores correspondem a até R$ 10, enquanto 23,5% estão na faixa entre R$ 10 e R$ 100. Apenas 1,9% dos casos envolvem valores superiores a R$ 1.000.
O Sistema de Valores a Receber permite que cidadãos e empresas consultem gratuitamente se possuem dinheiro esquecido em bancos, consórcios ou outras instituições financeiras. A verificação pode ser feita no site oficial do Banco Central, mediante autenticação com conta gov.br.
Fonte: O Globo
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