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    Caso Master: Polícia Federal aponta ‘risco sistêmico’ ao sistema financeiro.

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    Investigações citam ‘transferência suspeita’ para pai do banqueiro Daniel Vorcaro. Relatórios mostram que empresas com capital social ‘ínfimo’ cediam ‘diretos creditórios milionários’ (Agência O Globo)

    Relatórios de inteligência financeira (Rifs) dos investigados do caso do Banco Master — liquidado pelo Banco Central (BC) no fim do ano passado — foram analisados pela Polícia Federa (PF), que apura supostas fraudes envolvendo a instituição financeira. A conclusão é a de que há “fortes indícios” de “desvio de recursos” e “risco sistêmico ao sistema financeiro” do país.

    As suspeitas são investigadas pela Operação Compliance Zero, que teve sua segunda fase deflagrada na quarta-feira (dia 14). Ontem, a gestora de investimentos Reag, que operava uma séria de fundos de investimentos com negócios suspeitos com o Master, também foi liquidada pelo Banco Central (BC).

    A decisão de Toffoli que autorizou a segunda fase da Compliance Zero no dia 6 de janeiro, cujo sigilo foi retirado nesta quinta-feira (15) pelo ministro, aponta evidências apresentadas pela PF e pelo Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo para fundamentar a investigação.

    Os relatórios analisados pela PF mostram que empresas com capital social “ínfimo” cediam “diretos creditórios milionários” (que são valores a receber) para Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) ligados ao Banco Master.

    A PF também identificou a partir dos Rifs movimentações financeiras consideradas “suspeitas”, como uma transferência financeira de R$ 9 milhões de um intermediário para Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro. Os dois foram alvos de mandados de busca e apreensão determinados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, executados ontem.

    “Há fortes indícios de desvio de recursos e risco sistêmico ao sistema financeiro”, diz a decisão do ministro que autorizou a operação.

    O que diz Vorcaro
    Em nota divulgada nesta quinta-feira ,dia 15), a defesa de Vorcaro diz que o banqueiro nega qualquer irregularidade, e permanece colaborando com as autoridades.

    “Banco Master não realizou operações destinadas a beneficiar terceiros ou familiares de seu controlador. Até a data da liquidação extrajudicial, o Sr. Vorcaro atuou de forma ativa para preservar a instituição e proteger credores e investidores, tendo realizado sucessivos aportes de capital para reforçar a posição financeira do banco”, diz a defesa.

    ‘Indício de organização criminosa’ de mais de 10 anos
    O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo apontou que os supostos crimes praticados no esquema revelam a existência de uma organização criminosa que atua desde a década passada.

    “Nesse contexto, o histórico juntado pela Polícia Federal a respeito de anteriores investigações serve como indício da existência do crime de organização criminosa estruturada desde a década passada, bem como demonstra que os fatos sob apuração não foram fruto de uma situação ocasional de descontrole. Pelo contrário, tais fatos revelam o planejamento e a escalada das atividades criminosas dos envolvidos e devem ser assim valorados”, afirmaram os procuradores.

    No documento, o MPF defendeu que a investigação deferia ser da Justiça Federal de São Paulo. Toffoli considerou, entretanto, que as investigações eram ainda mais amplas do que as da Operação Compliance Zero, que já estavam sob sua relatoria, destacando que havia um contexto de aparente aproveitamento sistemático de vulnerabilidades do mercado de capitais e do sistema de regulação e fiscalização.

    Entenda a última fase da Operação sobre o caso Master

    A nova etapa da investigação concentra as atenções nas relações entre a instituição financeira do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e os fundos de investimento da gestora Reag. Os desdobramentos do caso evidenciam um amplo esquema de fraude, no qual o dinheiro se movia por uma teia de fundos.

    O bloqueio e o sequestro de bens somaram R$ 5,7 bilhões em uma operação com 42 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. As investigações apuram se foram praticados os crimes de organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira e manipulação de mercado e lavagem de capitais.

    Enquanto a primeira fase, em 18 de novembro do ano passado, resultou na prisão de Vorcaro — solto 11 dias depois, com tornozeleira eletrônica —, a atual explora os laços do ex-banqueiro, com operações de busca e apreensão, entre familiares e empresários. Os alvos incluem o pai dele, Henrique Vorcaro, a irmã, a empresária e pastora evangélica Natália Vorcaro Zettel, e o cunhado, Fabiano Zettel, advogado e pastor.

    Extensa rede de contatos
    O Banco Master ganhou espaço no mercado oferecendo CDBs com remuneração de até 140% do CDI, muito acima da praticada pelas instituições rivais, o que atraiu quem buscava maior rentabilidade. Atualmente, um contingente de 1,6 milhão de investidores aguarda ressarcimento via Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A perspectiva de pagamento, prevista para começar na semana que vem, não é afetada pela operação. O rombo é de R$ 41 bilhões, cerca de um terço dos recursos do FGC.

    Essa avidez na emissão de CDBs está na origem da crise. Em pouco tempo, o ritmo rápido de emissões fez com que o banco tivesse um grande volume de pagamentos a honrar no curto prazo, enquanto suas receitas estavam atreladas a aplicações que só se concretizariam no longo prazo, gerando um descompasso.

    Até agora, as investigações indicam que, ao fim de um longo caminho, as operações irregulares eram concluídas com a volta de ao menos parte do dinheiro ao banco na forma de novos CDBs, em um ciclo completo de fraude.

    Desde 2024, o Banco Central vinha monitorando a situação do Master e apontou que a instituição vivia crise aguda de liquidez. Fora do jargão econômico, não tinha dinheiro para honrar obrigações. (Fonte: Infomoney).

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