• Entre em contato conosco:
  • (48) 3513-3721
  • seeb.laguna@terra.com.br
    • Início
    • Institucional
    • Serviços
    • Convênios
    • Notícias
      • Eventos
      • Informativos
      • Bancos
        • Caixa Econômica Federal
        • Banco Bradesco
        • Banco do Brasil
        • Banco Itaú
        • Banco Santander
        • Outros Bancos
    • Acordos Coletivos
      • FENABAN
        • Convenção Coletiva Trabalho
        • Convenção Coletiva PLR
        • Pauta de Reivindicações
        • Aditivos
      • Banco do Brasil
        • Acordo Coletivo Trabalho
        • Acordo Coletivo PLR
        • Pauta de Reivindicações
        • Comissão de Conciliação Prévia
        • Aditivos
      • Caixa Econômica
        • Acordo Coletivo Trabalho
        • Acordo Coletivo PLR
        • Pauta de Reivindicações
        • Comissão de Conciliação Prévia
        • Aditivos
    • Filie-se
    • Contato
    Denuncie
    Justiça manda Bradesco recontratar funcionária demitida com câncer.
    12 de janeiro de 2026
    Renovação automática da CNH começa a funcionar.
    13 de janeiro de 2026

    Sindicato dos funcionários do BC critica possível privatização.

    12 de janeiro de 2026

    Segundo o sindicato, “o BC não é uma empresa, mas uma autoridade estatal que exige proteção contra o lobby de grupos econômicos que poderiam atuar em sentido contrário ao interesse da sociedade”

    Entidade se posiciona contra PEC que amplia autonomia do Banco Central; em nota, afirma que caso Master alertou para os perigos de submeter o banco às “lógicas privatistas”.

    O Sinal (Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central) afirmou nesta 5ª feira (8.jan.2026) que “o caso Banco Master alerta para os perigos de se submeter o BC a lógicas privatistas”, risco que, segundo os bancários, está presente na PEC 65 de 2025, que amplia a autonomia financeira, fiscal e orçamentária da instituição.

    “Ao propor a transformação da autoridade monetária em entidade de direito privado, a PEC ameaça substituir o RJU (Regime Jurídico Único) por vínculos trabalhistas precários, fragilizando a autonomia técnica. É imperativo que o BC permaneça no direito público; a estabilidade constitucional não é um privilégio, mas um escudo essencial para que o corpo de Estado proteja o interesse público contra pressões políticas e econômicas indevidas”, diz a nota do Sinal.

    Segundo o sindicato, a falta do RJU “deixaria os funcionários expostos a retaliações e ao silêncio obsequioso em crises como a do Banco Master”, já que “a CLT não oferece a blindagem necessária para decisões que envolvem cifras bilionárias e a própria segurança econômica da nação”. A nota chama de “distorções institucionais” a introdução de contratos privados ou híbridos no BC.

    “O fortalecimento dos mecanismos de governança interna é vital para evitar conflitos de interesse, impedindo que a migração de servidores para o setor regulado sem controles adequados comprometa a imparcialidade ou facilite a captura do regulador”, afirma a nota. Segundo o sindicato, “o BC não é uma empresa, mas uma autoridade estatal que exige proteção contra o lobby de grupos econômicos que poderiam atuar em sentido contrário ao interesse da sociedade”.

    Nesse sentido, a nota do sindicato alega que a PEC que tramita no Congresso “fragiliza o alicerce público da instituição e a expõe a interesses não republicanos”. E conclui: “O caso Banco Master serviu como uma lição severa e oportuna: é preciso que o país fortaleça o Banco Central agora, garantindo que o regulador esteja plenamente blindado antes que a próxima crise imponha custos ainda mais altos ao Brasil”.

    Esta não é a 1ª vez que o Sinal critica a PEC que amplia a autonomia do BC. O sindicato já afirmou que deve apresentar alternativas à proposta para evitar a “privatização institucional” do banco. O texto segue em discussão na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, sob relatoria do senador Plínio Valério (PSDB-AM).

    Leia a íntegra da nota:
    “O BC (Banco Central do Brasil) atua como a espinha dorsal do equilíbrio institucional e econômico da nação, desempenhando um papel fundamental que transcende a mera gestão técnica. Sua missão primordial de assegurar a estabilidade monetária, por meio do controle da inflação e da preservação do poder de compra da moeda, é o que garante a previsibilidade necessária para um adequado ambiente de negócios, incentivando o investimento e o crescimento sustentável. Além disso, ao zelar pela estabilidade do sistema financeiro, a autoridade monetária previne crises sistêmicas e protege as economias dos cidadãos, funcionando como um pilar de confiança entre agentes econômicos e o Estado. Para que essa função seja exercida com integridade, é indispensável que a instituição esteja protegida de pressões conjunturais, assegurando que o interesse público prevaleça sobre interesses privados particulares.

    “O caso Banco Master alerta para os perigos de se submeter o BC a lógicas privatistas, risco hoje materializado na PEC 65/2023. Ao propor a transformação da Autoridade Monetária em entidade de direito privado, a PEC ameaça substituir o RJU (Regime Jurídico Único) por vínculos trabalhistas precários, fragilizando a autonomia técnica. É imperativo que o BC permaneça no direito público; a estabilidade constitucional não é um privilégio, mas um escudo essencial para que o corpo de Estado proteja o interesse público contra pressões políticas e econômicas indevidas.

    “A ausência do RJU como único regime possível para contratação de servidores, cenário previsto nas propostas de hibridização do Banco Central, deixaria os funcionários expostos a retaliações e ao silêncio obsequioso em crises como a do Banco Master. Diferente do Regime Jurídico Único, a CLT não oferece a blindagem necessária para decisões que envolvem cifras bilionárias e a própria segurança econômica da nação. Introduzir contratos privados ou regimes híbridos na autoridade monetária não é apenas uma mudança administrativa, mas uma distorção institucional que compromete a capacidade regulatória e a estabilidade do sistema financeiro.

    “Nesse sentido, o fortalecimento dos mecanismos de governança interna é vital para evitar conflitos de interesse, impedindo que a migração de servidores para o setor regulado sem controles adequados comprometa a imparcialidade ou facilite a captura do regulador. Mais do que uma barreira burocrática, uma governança sólida protege a instituição contra a liberalização financeira e possíveis brechas para a infiltração de práticas ilícitas e ameaças à solidez do sistema financeiro nacional.

    “O BC não é uma empresa, mas uma autoridade estatal que exige proteção contra o lobby de grupos econômicos que poderiam atuar em sentido contrário ao interesse da sociedade. A PEC 65/2023 fragiliza o alicerce público da instituição e a expõe a interesses não republicanos. É fundamental compreender que a autonomia técnica não se conquista por meio da privatização ou de modelos empresariais, mas sim pelo fortalecimento institucional e pela autonomia funcional dentro da estrutura do Estado democrático.

    “Diante de um cenário internacional de disrupções, o BC deve consolidar sua capacidade de gestão de crises para agir com previsibilidade e firmeza. Essa prontidão operacional exige uma blindagem institucional que só a estabilidade do direito público e carreiras enquadradas como típicas de Estado podem oferecer. Somente um corpo técnico resguardado de pressões externas e amparado por garantias de Estado possui a segurança necessária para implementar medidas drásticas e imediatas em defesa da economia nacional em momentos de turbulência.

    “O Sinal reafirma que a defesa do RJU (Regime Jurídico Único) e das carreiras de Estado no Banco Central transcende o pleito corporativo; trata-se de um imperativo republicano. A credibilidade da autoridade reguladora, a confiança no sistema financeiro e a preservação da economia real dependem desta barreira intransponível contra a captura por interesses particulares. O caso Banco Master serviu como uma lição severa e oportuna: é preciso que o país fortaleça o Banco Central agora, garantindo que o regulador esteja plenamente blindado antes que a próxima crise imponha custos ainda mais altos ao Brasil.” (Fonte: Poder 360).

    Compartilhar:

    ARTIGOS RELACIONADOS

    4 de março de 2026

    BRB pode virar banco federal e transferir rombo ao contribuinte


    Leia mais
    4 de março de 2026

    Número de vítimas de feminicídio supera em 38% registros oficiais


    Leia mais
    4 de março de 2026

    CONTEC participa de Mesa Temática com a FENABAN sobre Igualdade da Mulher Bancária


    Leia mais
    3 de março de 2026

    Assédio moral e sexual: números registram aumento de demandas na Justiça do Trabalho


    Leia mais
    200

    SOBRE NÓS

    O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DE LAGUNA, é uma entidade sindical de primeiro grau, autônoma, sem fins lucrativos ou econômicos, com foro jurídico na cidade de Laguna, Estado de Santa Catarina e sede na Avenida Calistrato Muller Salles, nº. 125, no Bairro Progresso, nesta cidade, inscrito no CNPJ/MF sob o n°. 83.264.481/0001-70, reconhecido pelo Ministério do Trabalho em 28 de Agosto de 1960.

    CONTATO

    (48) 3513-3721

    seeb.laguna@terra.com.br

    Av. Calistrato Muller Salles, 125 - 88790-000
    Bairro Progresso - Laguna, SC

    Sub Sede

    (48) 3356-0276

    Rua Irineu Bornhausen, 334 - 88780-000
    Centro - Imbituba, SC

    BANCOS SEDIADOS NA BASE

    • Banco Bradesco
    • Banco do Brasil
    • Banco Itaú Unibanco
    • Banco Santander
    • Caixa Econômica Federal
    • Destaque
    • Eventos
    • Informativos
    • Outros Bancos
    © 2025 SEEB Laguna. Todos os Direitos Reservados.
    Desenvolvido por Mitweb Agência Digital
      Usamos cookies em nosso site para fornecer a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar”, concorda com a utilização de TODOS os cookies.
      Configurações de cookiesAceitar
      Gerenciar consentimento

      Visão Geral de Privacidade

      Este site usa cookies para melhorar sua experiência enquanto você navega pelo site. Destes cookies, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies diretamente no seu navegador de internet. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
      Necessário
      Os cookies necessários são absolutamente essenciais para o funcionamento adequado do site. Esta categoria inclui apenas cookies que garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.
      SALVAR E ACEITAR