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    A Mesa de Negociação Permanente entre a CONTEC e a CAIXA foi retomada nesta sexta-feira, 19/12, com uma pauta considerada prioritária pelo movimento sindical. Durante a reunião, a representação dos empregados cobrou respostas do banco sobre o programa SuperCaixa, o fechamento e reposicionamento de agências, a situação dos caixas e tesoureiros, especialmente os que exercem função por prazo ou por minuto, e os encaminhamentos relacionados ao Saúde CAIXA.

    Logo no início dos debates, as entidades sindicais relataram o crescimento da insatisfação e da insegurança nas unidades, destacando que a forma como algumas mudanças vêm sendo implementadas tem provocado desgaste, tensão interna e dificuldade de comunicação com a base.

    No debate sobre o SuperCaixa, os representantes dos empregados afirmaram que o principal problema está no engessamento das regras, especialmente na exigência de desempenho máximo sem qualquer margem de tolerância. Segundo a representação sindical, há casos em que unidades que chegam muito próximas da meta acabam totalmente excluídas da premiação por diferenças mínimas, o que desconsidera o esforço realizado ao longo de todo o ciclo. Foi defendida a adoção de critérios mais proporcionais, que reconheçam desempenhos elevados mesmo quando a meta não é atingida de forma exata.

    Também foram levantadas preocupações quanto aos critérios ligados à avaliação da qualidade do atendimento ao cliente, com questionamentos sobre falhas, inconsistências e atrasos na atualização das notas, o que pode comprometer o resultado final das unidades. Na avaliação sindical, esses fatores fogem muitas vezes ao controle direto do empregado e não podem ser tratados de forma punitiva.

    Ao responder às críticas, a CAIXA afirmou que a premiação tem como objetivo reconhecer o desempenho acima do esperado, defendendo que apenas resultados superiores a 100% devem habilitar o pagamento. A empresa informou que, no caso da avaliação de satisfação do cliente, os três primeiros meses do ciclo foram considerados com nota máxima para todas as unidades, como forma de evitar prejuízos iniciais. Em relação aos indicadores de conformidade e qualidade dos processos internos, a CAIXA informou que há um grande volume de avaliações em revisão, com o objetivo de separar falhas operacionais de eventuais condutas inadequadas antes do fechamento definitivo dos resultados.

    A CONTEC ressaltou que, apesar das explicações apresentadas, o problema central percebido nas agências é a falha de comunicação e a forma abrupta como as mudanças foram implantadas. Para o movimento sindical, a ausência de uma transição adequada tem ampliado o descontentamento e dificultado a compreensão do programa pela base, reforçando a necessidade de ajustes ainda no ciclo atual.

    Outro tema abordado na reunião foi o fechamento e reposicionamento de agências. A representação dos empregados relatou que, mesmo nos casos em que as funções efetivas são formalmente preservadas, há situações de grande insegurança, com transferências sem planejamento adequado e dificuldades de absorção das rotinas nas novas unidades. A CONTEC destacou que esses movimentos impactam diretamente a vida dos trabalhadores e o atendimento à população.

    Houve especial preocupação com o penhor, serviço que depende exclusivamente de atendimento presencial e atende, em grande parte, clientes idosos e em situação de vulnerabilidade financeira. Foram apresentados relatos de cidades que deixarão de contar com esse serviço, obrigando clientes a longos deslocamentos. A CONTEC criticou a ausência de diálogo prévio com as entidades, que poderiam contribuir para soluções mais adequadas à realidade local.

    A CAIXA afirmou que a diretriz da empresa é buscar o menor impacto possível para empregados e clientes, e se comprometeu a analisar os casos apresentados de forma individualizada, colocando-se à disposição para aprofundar o diálogo e avaliar alternativas quando necessário.

    A situação dos caixas e tesoureiros voltou a ser apontada como uma das maiores fontes de insegurança na empresa. A CONTEC destacou que muitos trabalhadores exercem essas funções há anos sem garantias efetivas, especialmente aqueles enquadrados por prazo ou por minuto, ficando expostos a perdas repentinas de remuneração e indefinições quanto ao futuro profissional. Segundo a entidade, trata-se de uma pauta antiga, mas que se tornou ainda mais urgente diante das recentes mudanças estruturais.

    A CAIXA informou que contratou uma consultoria para revisar o plano de funções e carreiras, com atenção especial às funções de caixa, tesoureiro e avaliador de penhor. O banco afirmou que estão sendo realizados estudos sobre alternativas de requalificação profissional e possibilidades de migração para outras áreas, reconhecendo o número expressivo de empregados envolvidos e a necessidade de cuidado na condução desse processo.

    Por fim, a reunião também tratou do Saúde CAIXA. A CONTEC reforçou a importância de iniciar esse debate com antecedência, diante do impacto direto do plano sobre empregados da ativa e aposentados e da necessidade de previsibilidade nas discussões. A CAIXA informou que pretende retomar a mesa permanente ainda em janeiro e sinalizou que o aditivo pendente está em fase final de tramitação, com expectativa de assinatura nos próximos dias. Também foi garantido que os estudos técnicos sobre o Saúde CAIXA seguirão em andamento, mesmo com a troca de consultoria.

    Ao final, a CONTEC informou que permanecerá acompanhando e intervindo nos temas debatidos ao longo do processo de negociação, cobrando encaminhamentos concretos, melhorias na comunicação com a base e soluções negociadas que garantam justiça e valorização dos empregados da CAIXA.

    (Fonte: Contec)

    Notícias: FEEB-SC

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