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    18 de agosto de 2025

    BB, com 808 clientes do agro em recuperação judicial, revisa estratégia para o setor

    18 de agosto de 2025

    Ações, que perderam valor à espera de balanço ruim, operam em alta nesta sexta (15) (Por Júlia Moura) – foto Paulinho Costa feebpr –

    O Banco do Brasil traçou uma política de recuperação para o restante de 2025. Depois de reportar uma queda de 60% no lucro, para R$ 3,8 bilhões, na quinta-feira (14), a diretoria da estatal detalhou ao mercado financeiro mudanças na estratégia para retomar a rentabilidade.

    Uma das maiores mudanças está na atuação junto aos 808 clientes do agronegócio que entraram em recuperação judicial, derrubando o resultado do BB. A instituição disse estar mais proativa na recuperação desses créditos, inclusive, recorrendo à Justiça.

    “Então, em 2025, estamos focados na recuperação, no ajuste do resultado do banco, dado o cenário do agravamento de inadimplência, principalmente no rural “, disse Marco Geovanne Tobias da Silva, vice-presidente de gestão financeira da estatal, em entrevista a jornalistas nesta sexta (15).

    O banco é responsável pela metade do financiamento do agronegócio brasileiro, o que o torna mais vulnerável à baixas do setor. A atual inadimplência decorre da seca de 2023 e das enchentes no Sul em 2024, além da queda nos preços dos grãos e da alta na Selic, atualmente em 15% ao ano.

    Ao todo, são 20 mil clientes do setor com contas em atraso há mais de 90 dias, de um total de um milhão. Dentre os devedores, 74% são clientes que nunca apresentaram inadimplência com o banco até 2023.

    A maioria dos produtores que entraram em RJ são grandes produtores rurais na pessoa física, atendidos pelo braço de private banking da instituição.

    “Eu tenho aqui o cliente de RJ que de fato a recuperação judicial é o caminho para ele, para proteger os credores dele, mas eu tenho uma parcela significativa de clientes em RJ que foram fruto de má orientação de escritórios de advocacia. Mas é importante saber que não é uma questão sistêmica de toda carteira do agro do Banco do Brasil”, disse Tarciana Medeiros, presidente do BB.

    Segundo a executiva, o banco avalia entrar com processos contra esses escritórios, que estariam fazendo propaganda em redes sociais para que os produtores não paguem suas dívidas e entrem com pedido de RJ.

    Ela também enfatizou que o banco acionou a AGU (Advocacia-Geral da União) e CNJ (Conselho Nacional de Justiça) sobre a advocacia predatória.

    “Nós assinamos um termo de cooperação técnica com a AGU, em que a gente se compromete junto com a AGU a fazer troca de informações, combater essa litigância abusiva para que não tenhamos novos casos acontecendo adiante e para que tenhamos condições de entender o perfil dessas pessoas e de apoiá-los antes que cheguem nesse ponto”, disse Tarciana.

    De acordo com a CEO, ainda há pedidos de RJ de clientes do banco, mas sem um crescimento em relação ao registrado entre o fim de 2024 e começo de 2025.

    “Em Goiás, houve um pedido coletivo de 18 produtores que foi negado pela Justiça. Há um entendimento mais condizente da Justiça em relação a esse processo de orientação desses escritórios”, afirmou a presidente.

    O banco também defende uma mudança na regulação 4966 do Banco Central, que também derrubou o resultado pois mudou a necessidade de provisão de perdas incorridas para perdas esperadas, aumentando a provisão em R$ 6 bilhões.

    De acordo com os executivos do BB, a regra não contempla as especificidades de créditos de longo prazo, como os do agronegócios, que têm um ciclo de 36 meses.

    “Eu empresto um ano, no outro ano é que eu vou saber se esse cliente vai ter condição de pagamento ou não. Se ele não teve condição e eu fizer a prorrogação, ele vai para mais um ano. Nesse período de três anos, do jeito que está a regulação hoje, eu não tenho de juros para o banco. É como se ela não estivesse dando resultado, mas ela está. Ela está na nossa carteira, ela está dando resultado para o banco”, disse Tarciana.

    A nova rota acalmou o mercado financeiro e as ações do BB fecharam em alta de 4%, R$ 20,65 cada uma, após forte queda nos últimos dias. O Ibovespa, por sua vez, teve queda marginal de 0,01%.

    Frederico Figueiredo, assessor da Miura Investimentos, vai na contramão. “Tem um ditado antigo no mercado que diz que o preço cai no boato e sobe no fato (ou o inverso), é a explicação para a alta de hoje, porque a expectativa para o resultado do terceiro trimestre não é boa.”

    Para o analista, a projeção otimista que a administração passou na conversa com analistas teve o efeito contrário. “Não parece que eles estejam completamente conscientes de quanto o balanço piorou e ainda pode piorar, tanto no agro como em outras linhas.”

    Figueiredo diz que o preço da soja e do milho continuam nas mínimas, e tende a permanecer neste patamar nos próximos meses.

    “Apesar de o Banco do Brasil ter elevado bem as provisões para o setor, ele pode precisar aumentar ainda mais”, diz o assessor.

    Para os analistas da Genial Investimentos, o balanço tem dois pontos positivos. Um deles é o aumento trimestral de 4,9% da receita líquida de juros, com uma Selic maior. O segundo é a queda das despesas administrativas, de 1,35% no trimestre e de 1,8% no ano.

    A corretora, porém, também destacou o desempenho negativo do Banco Patagônia, subsidiária do BB na Argentina, cujo lucro caiu 13% no trimestre, e 46,6% no ano. Segundo a Genial, o resultado reflete a normalização da operação diante da recomposição gradual das variáveis macroeconômicas argentinas.

    Com a piora no balanço, o banco reduziu a política de distribuição de lucro a acionistas (chamado de payout) de 45% a 40% para 30%. Segundo o diretor financeiro do banco, esta mudança visa dar maior flexibilidade de capital ao banco e pode ser acompanhada de dividendos extraordinários em 2026, caso o banco se recupere.

    Essa é a expectativa do banco, dada a previsão de safra recorde.

    Com relação ao tarifaço de Donald Trump, o banco disse que o impacto é pequeno, envolvendo 0,2% a 03% da carteira de crédito total, o que corresponde a R$ 3 bilhões.

    “Ontem, foi lançado o programa Brasil Soberano. Estaremos distribuindo os recursos do programa e apoiando as empresas afetadas. Continuamos apoiando as empresas para que elas se mantenham perenes e sustentáveis, mantendo empregos”, afirmou Tarciana.

    Outra mudança na estratégia é um maior foco em concessão de crédito para pessoa física, onde a margem é maior. Uma das linhas neste segmento, é o crédito consignado CLT, no qual o BB é líder, com R$ 7 bilhões em contratações com mais de 115 mil empregadores, em um valor médio de R$ 9,5 mil por empréstimo.

    Figueiredo, da Miura, não vê a iniciativa de forma negativa. “É uma estratégia ruim, que pode piorar ainda mais a situação do banco. Mais parece uma política pública do governo do que uma estratégia pensando em melhorar o balanço do banco.”

    Apesar da piora no resultado, Tarciana não se diz pressionada pelo cargo. “O presidente [Lula] não tem demonstrado nenhuma intenção de alterações no BB. Não conversamos sobre esse assunto. A pressão que eu sinto é interna, sobre a entrega de resultado.”

    A executiva também afirmou não se abalar com ataques homofóbicos nas redes sociais após a queda no lucro do banco.

    “[Homofobia nas redes] não me afeta. Passei isso a vida inteira e sempre foi um combustível”, disse a CEO.

    RAIO-X | BANCO DO BRASIL NO 2º TRI DE 2025
    Fundação: 1808
    Lucro: R$ 3,8 bilhões
    Agências: 3.997
    Funcionários: 85.959
    Principais concorrentes: Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, Nubank e Caixa Econômica Federal (Fonte: Folha de SP)

    Notícias FEEB PR

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