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    23 de dezembro de 2025

    Gripe K é identificada no Brasil: como é a variante do influenza A que gerou alerta da OMS para 2026

    23 de dezembro de 2025

    A Organização Mundial da Saúde emitiu um alerta para a próxima temporada de gripe, prevista para o fim de 2025 e início de 2026, após identificar um aumento da circulação do vírus influenza em várias partes do mundo.

    No Brasil, autoridades de saúde confirmaram recentemente a detecção da variante genética K do influenza A (H3N2) em amostras analisadas no estado do Pará, segundo o Informe de Vigilância das Síndromes Gripais referente à Semana Epidemiológica 49, divulgado em 12 de dezembro de 2025.

    O crescimento vem sendo impulsionado sobretudo por uma variante do influenza A (H3N2), que começou a se espalhar mais rapidamente a partir de agosto de 2025 e passou a chamar a atenção de autoridades de saúde.

    Segundo a OMS, trata-se do chamado subclado (ou variante genética) ‘K’ — também identificado como J.2.4.1 —, uma nova ramificação genética do vírus da gripe sazonal.

    Apesar do avanço em diferentes países, os dados disponíveis até agora não indicam que essa variante cause quadros mais graves da doença.

    Ainda assim, o momento preocupa porque coincide com a chegada do inverno no Hemisfério Norte, período em que aumentam os casos de gripe e de outras infecções respiratórias, o que pode pressionar os sistemas de saúde.

    O termo “gripe K” tem ganhado espaço em redes sociais e manchetes, mas a OMS ressalta que não se trata de um vírus novo.

    Na prática, trata-se da evolução esperada do influenza A, um vírus conhecido por sofrer mudanças constantes.

    ramificação genética K tem algumas alterações genéticas em relação a variantes anteriores e vem sendo identificado com mais frequência em amostras analisadas ao redor do mundo.

    No comunicado, a OMS faz uma ressalva importante: a atividade global de gripe ainda está, em termos gerais, dentro do esperado para a estação. Ao mesmo tempo, porém, alguns países registraram aumentos mais cedo e mais intensos do que o habitual — um sinal de alerta num cenário em que hospitais já costumam operar sob maior pressão durante o inverno.

    O que a OMS confirma (e o que ainda não)

    A OMS descreve o cenário atual como o da gripe sazonal, uma infecção respiratória causada por vírus influenza que circulam globalmente e podem provocar desde sintomas leves até quadros graves, com risco de hospitalização e morte, sobretudo entre os mais vulneráveis.

    Segundo a organização, os dados epidemiológicos disponíveis até o momento não apontam aumento na gravidade dos casos ligados à variante K. Ainda assim, a OMS classifica o avanço dessa variante como uma “evolução notável”, já que ela vem se espalhando rapidamente em diferentes regiões.

    Esse tipo de mudança é acompanhado de perto porque o influenza A (H3N2), assim como outros vírus da gripe, passa por alterações genéticas frequentes. Essas transformações podem influenciar tanto como o vírus se espalha quanto o nível de proteção da população, construída a partir de infecções anteriores ou da vacinação.

    Quem está em maior risco

    A OMS lembra que a maioria das pessoas se recupera em cerca de uma semana sem necessidade de atendimento médico, mas que influenza pode levar a complicações sérias — com maior risco para crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com condições de saúde subjacentes. Profissionais de saúde também aparecem como grupo relevante, tanto pelo risco de adquirir a infecção quanto de transmiti-la a pessoas vulneráveis.

    “Os principais grupos de risco, independentemente do tipo de vírus influenza — e especialmente no caso do H3N2 — são, em primeiro lugar, os idosos. Acima dos 60 ou 65 anos, e principalmente acima dos 80, o risco de desenvolver doença grave, precisar de hospitalização, evoluir para insuficiência respiratória e até morrer é significativamente maior. Esse é, sem dúvida, o grupo prioritário”, aponta Richtmann.

    Outro grupo importante, segundo a médica, são as gestantes, que podem apresentar quadros mais graves de influenza e, em alguns casos, evoluir para complicações como parto prematuro ou abortamento. “As crianças também merecem atenção especial: elas são sempre um grupo que preocupa quando surgem novas variantes de vírus respiratórios.”

    Em orientações clínicas, a OMS detalha ainda que antivirais podem beneficiar especialmente pessoas com maior risco de evolução para doença grave (como idosos e pessoas com comorbidades).

    O que fazer agora: recomendações principais da OMS

    A OMS não está recomendando restrições de viagem ou comércio com países citados no alerta.

    O foco está em medidas clássicas, com ênfase em duas frentes:

    • Vigilância e preparação dos sistemas de saúde, com monitoramento contínuo de vírus e padrões incomuns, e fortalecimento de capacidade laboratorial;
    • Proteção individual e coletiva, com vacinação anual para grupos de risco e profissionais de saúde, e medidas proporcionais para reduzir transmissão (higiene das mãos, etiqueta respiratória e, quando sintomático, evitar contato próximo e considerar máscara em ambientes sensíveis).

    “É importante lembrar que, infelizmente, a cobertura vacinal no Brasil — especialmente entre idosos — não foi boa em 2025, uma das piores que já tivemos. Por isso, é fundamental manter vigilância e garantir que, assim que a vacina atualizada para 2026 estiver disponível, a população-alvo da imunização faça sua parte e se vacine”, acrescenta a infectologista.
    Fonte: BBC

    Notícias: FEEB-SC

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