• Entre em contato conosco:
  • (48) 3513-3721
  • seeb.laguna@terra.com.br
    • Início
    • Institucional
    • Serviços
    • Convênios
    • Notícias
      • Eventos
      • Informativos
      • Bancos
        • Caixa Econômica Federal
        • Banco Bradesco
        • Banco do Brasil
        • Banco Itaú
        • Banco Santander
        • Outros Bancos
    • Acordos Coletivos
      • FENABAN
        • Convenção Coletiva Trabalho
        • Convenção Coletiva PLR
        • Pauta de Reivindicações
        • Aditivos
      • Banco do Brasil
        • Acordo Coletivo Trabalho
        • Acordo Coletivo PLR
        • Pauta de Reivindicações
        • Comissão de Conciliação Prévia
        • Aditivos
      • Caixa Econômica
        • Acordo Coletivo Trabalho
        • Acordo Coletivo PLR
        • Pauta de Reivindicações
        • Comissão de Conciliação Prévia
        • Aditivos
    • Filie-se
    • Contato
    Denuncie
    Para Geração Z, crescer na carreira é a maior prioridade.
    15 de julho de 2025
    Chaves Pix: novas regras de segurança já estão em vigor; entenda as medidas.
    15 de julho de 2025

    Tarifaço deve cortar empregos, subir os preços e dificultar o crédito.

    15 de julho de 2025

    Os grandes exportadores brasileiros não serão os únicos a perder dinheiro com o tarifaço de 50% que os Estados Unidos impuseram ao Brasil esta semana, e que começa a valer no dia 1º de agosto. Se o governo Lula (PT) não entrar em acordo para cancelar a sobretaxa e ainda tarifar a importação de produtos americanos, o desemprego vai aumentar, e os consumidores terão de lidar com o aumento de preços no supermercado e com a dificuldade em parcelar suas compras. (Por Wanderley Preite Sobrinho)

    Preços vão subir
    Comida vai ficar mais barata por pouco tempo. Embora a oferta de alguns alimentos no Brasil deva aumentar com a redução das exportações para os EUA, o preço não vai cair por muito tempo. “Carne de boi, de frango, de porco, café e suco de laranja vão ter um excedente de curto prazo no mercado brasileiro, já que os empresários vão trabalhar para redirecionar essa produção para outros lugares”, diz o economista Jorge Ferreira dos Santos Filho, professor de Administração da ESPM. “O preço baixo dos alimentos será de curto prazo.”

    “Pode até ser que sobre mais comida se deixar de exportar e, com isso, tenha, indiretamente, uma redução, mas acredito que será muito pequena.”
    Mary Elbe Queiroz, tributarista

    Inflação geral vai subir se o Brasil também taxar produtos americanos. “Pode haver pressão inflacionária em setores como o de componentes eletrônicos e tudo o que envolve tecnologia. Essa situação influencia a indústria automotiva e o agronegócio”, diz Elias Menegale, tributarista do Paschoini Advogados.

    “Temos alguma dependência nas áreas médica, química, eletrônica e farmacológica, sem substituição fácil e sem que o Brasil tenha condições de produzir em pouco tempo.”
    Dieese, em nota

    Inflação já estourou a meta. O IPCA (índice oficial da inflação no Brasil), acumulou alta de 5,35% nos 12 meses até junho, ficando acima da meta de 3% e também do intervalo de tolerância, que vai de 1,5% (mínimo) a 4,5% (máximo).

    Desemprego à vista
    Se inflação aumenta, o consumo também cai. “Se reduz o consumo, é um efeito cascata: as vendas caem, as empresas vendem menos e a produção diminui”, diz a tributarista Mary Elbe Queiroz, presidente do Cenapret (Centro Nacional para a Prevenção e Resolução de Conflitos Tributários). “Não podemos quantificar, mas pode afetar o emprego.”

    O desemprego deve ser maior nos setores que exportam mais para os Estados Unidos. “A não ser que essas empresas consigam transferir o fornecimento de mercadorias para outros países”, afirma Gustavo Taparelli, tributarista da Abe Advogados.

    A indústria calçadista não descarta o corte de empregos. Seis em cada dez calçados exportados têm os EUA como destino. “São calçados que levam a marca do cliente norte-americano, o que dificulta o redirecionamento para outros mercados”, diz Haroldo Ferreira, presidente-executivo da Abicalçados, que representa o setor.

    “Quase 90% da produção já fica no mercado interno. Não temos estimativa, mas, naturalmente, se a produção cair teremos um impacto no nível de emprego.”
    Haroldo Ferreira, da Abicalçados

    Crédito mais caro
    Juros mais altos podem encarecer o crediário. “Com menos dólares entrando no país via exportações, o real tende a se desvalorizar frente ao dólar, o que encarece importados, combustíveis e insumos industriais. Esse cenário se traduz em aumento geral de preços e pode exigir juros mais altos para conter a inflação, encarecendo o crédito”, diz Eduardo Garay, CEO da TechFX, uma plataforma de câmbio. A taxa de juros brasileira (Selic) é de 15% ao ano, a mais alta desde 2006.

    Abrir crediário pode mesmo ficar mais caro, concorda o professor da ESPM. “A taxa de juros permanecerá alta por mais tempo, e isso vai afetar o crédito. Quando o consumidor fizer uma compra nas Casas Bahia, vai pagar mais caro pelo produto”, diz Santos Filho.

    “O Banco Central pode ser forçado a manter os juros altos para conter a inflação. Isso desacelera a economia e dificulta o crédito tanto para famílias quanto para empresas.”
    Jorge Ferreira dos Santos Filho, economista

    Crescimento menor da economia
    O tarifaço de Trump deve desacelerar a economia brasileira. O PIB nacional pode recuar de 0,3 a 0,4 ponto percentual este ano apenas em razão das tarifas, estima relatório divulgado pela Goldman Sachs após a sobretaxa. “O efeito global é a desaceleração da economia, com impacto sobre o consumo e no comércio local”, diz o professor da ESPM.

    “Para o cotidiano do brasileiro, a desvalorização do real e a inflação significam combustíveis mais caros, pressão sobre alimentos, encarecimento de eletrônicos e crédito mais caro. Esses efeitos em cadeia podem reduzir o poder de compra e afetar o crescimento econômico.”
    Eduardo Garay, CEO da TechFX

    No longo prazo, a recomendação é diversificar mercados. “Deve-se incluir (…) a desconcentração de mercados e de produtores, especialmente nos segmentos de maior densidade tecnológica”, diz nota técnica do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioconômicos).

    A boa notícia é que a dependência dos EUA hoje é menor. Se as exportações para lá chegaram a mais de 25% do total em 2002, em 2024 foram de aproximadamente 12%. A má notícia é que agora o Brasil depende mais da China. Os chineses compraram 31% de tudo o que o Brasil vendeu para o exterior no ano passado. (Fonte: UOL)

    Notícias FEEB PR

    Compartilhar:

    ARTIGOS RELACIONADOS

    8 de abril de 2026

    Briga por clientes de alta renda muda o tabuleiro dos grandes bancos.


    Leia mais
    8 de abril de 2026

    Agora é lei: funcionários têm 3 dias de folga para exames e vacinação.


    Leia mais

    APP IRPF - 23-03-2018 - A Receita Federal tem um aplicativo próprio para facilitar o envio da declaração do Imposto de Renda. O APP Meu Imposto de Renda pode ser utilizado em dispositivos móveis, tais como tablets e smartphones.

    8 de abril de 2026

    Receita amplia cruzamento de dados e aumenta risco de cair na malha fina do IR 2026.


    Leia mais
    8 de abril de 2026

    Governo avalia uso do FGTS para quitar dívidas.


    Leia mais
    200

    SOBRE NÓS

    O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DE LAGUNA, é uma entidade sindical de primeiro grau, autônoma, sem fins lucrativos ou econômicos, com foro jurídico na cidade de Laguna, Estado de Santa Catarina e sede na Avenida Calistrato Muller Salles, nº. 125, no Bairro Progresso, nesta cidade, inscrito no CNPJ/MF sob o n°. 83.264.481/0001-70, reconhecido pelo Ministério do Trabalho em 28 de Agosto de 1960.

    CONTATO

    (48) 3513-3721

    seeb.laguna@terra.com.br

    Av. Calistrato Muller Salles, 125 - 88790-000
    Bairro Progresso - Laguna, SC

    Sub Sede

    (48) 3356-0276

    Rua Irineu Bornhausen, 334 - 88780-000
    Centro - Imbituba, SC

    BANCOS SEDIADOS NA BASE

    • Banco Bradesco
    • Banco do Brasil
    • Banco Itaú Unibanco
    • Banco Santander
    • Caixa Econômica Federal
    • Destaque
    • Eventos
    • Informativos
    • Outros Bancos
    © 2025 SEEB Laguna. Todos os Direitos Reservados.
    Desenvolvido por Mitweb Agência Digital
      Usamos cookies em nosso site para fornecer a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar”, concorda com a utilização de TODOS os cookies.
      Configurações de cookiesAceitar
      Gerenciar consentimento

      Visão Geral de Privacidade

      Este site usa cookies para melhorar sua experiência enquanto você navega pelo site. Destes cookies, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies diretamente no seu navegador de internet. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
      Necessário
      Os cookies necessários são absolutamente essenciais para o funcionamento adequado do site. Esta categoria inclui apenas cookies que garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.
      SALVAR E ACEITAR